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A cartomante

Se a gente fosse como a música do Liniker, que tudo de nós coubesse na malinha de mão do meu coração, causaria menos bagunça. Mas da última vez que eu fui embora, a bagagem de nós extrapolou e até hoje, cai, às cinco da tarde de um domingo, da minha cabeça. Pensava ter prendido bem forte. Deixou o lado da mulher dona de si todo descoberto. Mostrou uma criança sorrindo timidamente, contando como provou o sabor do amor numa castanha caramelizada entre os copos de licor. Vou aproveitar a pouca roupa e dizer que se pudesse arrancar você de mim, te mudaria pra um vaso, porque as tuas lembranças ainda enfeitam o meu dia. Agora é quase metade, mas pra mim, foi ontem que os fogos de artifício mostraram o arco-íris nos teus olhos, pra mim, foi ontem que a gente desligou o telefone pela última vez. De lá pra cá, além das músicas novas, apareceu uma velha, até simpática, que não te viu nas cartas dela. Do tempo que eu apostei com ela eu precisava tirar algum proveito. Percebi que se eu fosse dem…

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